Ex namorado, entrega esta carta à tua namorada (...)
"Querida namorada do M,
Antes de qualquer outra coisa quero dizer-te quem sou. Eu sou aquela em quem o teu namorado pensa quando está contigo. Espera! Não rasgues já esta carta. Lê o que tenho para te dizer. Não podes querer ocupar o lugar que foi meu durante anos em escassas semanas. Não podes porque não consegues. Acredito que ele goste de ti e quem sabe um dia venha a gostar muito mais do que algum dia gostou de mim, mas até lá tens que aprender a viver com a minha presença no seu pensamento. Eu sei que não é fácil, mas também não foi para falar disso que te decidi escrever...
Quero só dizer-te que espero que cuides do M, uma vez que eu não posso mais fazê-lo.
(...)
PS: Desejo que sejas muito (in)feliz.
Com sinceridade,
X.
Este é um blog de sonhos. Os textos aqui publicados fazem parte do universo imaginário de LL. No entanto, apesar de serem criados no imaginário, quantos deles não nascem na realidade? *
terça-feira, 20 de setembro de 2011
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Os teus brinquedos
Antes era eu a tua namorada, agora é essa aí com quem te passeias por aí como se ela se tratasse de um troféu que exibes para os teus amigos. Metes pena meu querido, sabes porquê? Fazias exactamente o mesmo comigo. As personagens da tua vida mudam, mas a história é sempre a mesma. Será que não te cansas nem um bocadinho? Ah, espera... secalhar não é de ti que tenho pena, é dela! O teu novo brinquedo. Podias pelo menos avisá-la que só vais "brincar" com ela até encontrares um novo brinquedo para exibir aos teus amigos Sábado à noite... Assim ias preparando o brinquedo novo para o prazo de validade que o espera... Vais colocá-la na prateleira como fizeste com todas as outras e quando ela menos esperar... está lá! O que me intriga é onde as irás colocar quando a tua prateleira encher, mas tu melhor do que ninguém resolverás rapidamente o problema. Tu és bom nisso, em encontrar lugares para colocares os brinquedos que não queres ver mais. A mim colocaste-me na prateleira não foi? Aquela que fica na parede do fundo, mesmo a um canto, depois de me teres lá colocado passaste por mim tantas vezes...mas nunca me viste. Eu perdi a piada. Estavas à espera que eu ficasse lá não estavas? Ao pé de todas as outras que (coitadas!) esperam que voltes a olhar para elas e que ainda lhes aches alguma piada, que queiras voltar a brincar, que sintas saudades... Mas eu não sou como as outras, na primeira oportunidade saltei da tua prateleira, para nunca mais voltar. Eu não sou um brinquedo, tu é que és uma criança. Diverte-te com o teu brinquedo de última geração. Ela (por acaso) tem ar de estrangeira! Ouvi dizer que veio da Califórnia e pensei: O novo brinquedo dele deve ser da Apple e muito sofisticado! Os teus amigos vão adorar e tu como bom menino que és quando te cansares... Emprestas!
terça-feira, 5 de julho de 2011
A carta
nota: todos os textos publicados por LL' são pura ficção.
Sabes que te digo a ti o que não sou capaz de dizer a mais ninguém. Só tu és capaz de compreender os fracassos da minha vida, por conheceres tão bem a inconsciente pessoa em que me tornei. Hoje decidi escrever-te e como não poderia deixar de ser, vou contar-te o meu último fracasso. Já passou algum tempo desde que o perdi e cheguei à conclusão que eu não perdi ninguém, abandonei. No início pareceu difícil, mas depois percebi que não era dele que sentia falta, mas sim de companhia e de acordar com uma mensagem de bom dia que me deixasse bem disposta. (In)felizmente percebi bastante cedo que não falta quem esteja disposto a mandar mensagens de bom dia bem cedinho para garantir que envia antes de eu acordar. Não sei se me fez bem ou mal, mas deixei que a minha vida se enchesse de rostos. Com o tempo percebi que se o abandonei foi porque nunca lhe dei, ou nunca teve, valor para mim. E fiquei frustrada. Acho que no fundo gostava que ele tivesse sido especial e não apenas mais um. Mas será que tenho que me sentir assim tão culpada por não conseguir amar alguém? Será que temos todos que ter um grande amor na vida? Não podemos simplesmente gostar de alguém por enquanto? Se eu posso porque é que os outros não podem também? Precisar de alguém agora não significa que vamos precisar desse alguém para sempre! Não gosto de criar laços, os laços sufocam-me por saber que são tão poucas as pessoas que sabem dar laços sem nó! É então que ele surge. Não, não estou a falar do meu último fracasso. Estou a falar dele, do que chegou depois disposto a mandar a mensagem de bom dia de que tanto sentia falta. Não sei qual é o lugar dele na história, não tem significado nenhum. É apenas aquele que não me deixa sentir sozinha. Aquele que me diz o que eu quero ouvir e me faz sorrir. É exactamente aquele que eu não quero a meu lado. Não me compreendas mal, não estou na fase do não funcionou com um não funciona com nenhum! Mas sabes bem como sou, não gosto que me digam aquilo que eu quero ouvir. Se gostasse assim tanto comprava um gravador. Ele é aquele qe me quer bem, como todos querem, no início. Sim, porque tu que és mulher compreendes o que te digo. No início somos todas umas princesas. Qual Kate, qual Charlene? Nós sim! Mas isso é como tudo na vida, passa com o tempo. De princesas passamos a namoradas e de namoradas...nem vale a pena dizer ao que passamos! Acho que vou dormir, já nem eu entendo muito bem o que te digo.
P.s: amiga descobri o elixir da felicidade, boa saúde mas memória fraca!
with love, LL'
Sabes que te digo a ti o que não sou capaz de dizer a mais ninguém. Só tu és capaz de compreender os fracassos da minha vida, por conheceres tão bem a inconsciente pessoa em que me tornei. Hoje decidi escrever-te e como não poderia deixar de ser, vou contar-te o meu último fracasso. Já passou algum tempo desde que o perdi e cheguei à conclusão que eu não perdi ninguém, abandonei. No início pareceu difícil, mas depois percebi que não era dele que sentia falta, mas sim de companhia e de acordar com uma mensagem de bom dia que me deixasse bem disposta. (In)felizmente percebi bastante cedo que não falta quem esteja disposto a mandar mensagens de bom dia bem cedinho para garantir que envia antes de eu acordar. Não sei se me fez bem ou mal, mas deixei que a minha vida se enchesse de rostos. Com o tempo percebi que se o abandonei foi porque nunca lhe dei, ou nunca teve, valor para mim. E fiquei frustrada. Acho que no fundo gostava que ele tivesse sido especial e não apenas mais um. Mas será que tenho que me sentir assim tão culpada por não conseguir amar alguém? Será que temos todos que ter um grande amor na vida? Não podemos simplesmente gostar de alguém por enquanto? Se eu posso porque é que os outros não podem também? Precisar de alguém agora não significa que vamos precisar desse alguém para sempre! Não gosto de criar laços, os laços sufocam-me por saber que são tão poucas as pessoas que sabem dar laços sem nó! É então que ele surge. Não, não estou a falar do meu último fracasso. Estou a falar dele, do que chegou depois disposto a mandar a mensagem de bom dia de que tanto sentia falta. Não sei qual é o lugar dele na história, não tem significado nenhum. É apenas aquele que não me deixa sentir sozinha. Aquele que me diz o que eu quero ouvir e me faz sorrir. É exactamente aquele que eu não quero a meu lado. Não me compreendas mal, não estou na fase do não funcionou com um não funciona com nenhum! Mas sabes bem como sou, não gosto que me digam aquilo que eu quero ouvir. Se gostasse assim tanto comprava um gravador. Ele é aquele qe me quer bem, como todos querem, no início. Sim, porque tu que és mulher compreendes o que te digo. No início somos todas umas princesas. Qual Kate, qual Charlene? Nós sim! Mas isso é como tudo na vida, passa com o tempo. De princesas passamos a namoradas e de namoradas...nem vale a pena dizer ao que passamos! Acho que vou dormir, já nem eu entendo muito bem o que te digo.
P.s: amiga descobri o elixir da felicidade, boa saúde mas memória fraca!
with love, LL'
sexta-feira, 1 de julho de 2011
?
Estou farta de escrever para ti ou sobre ti e até mesmo por ti. É como tudo na vida, quando consumido em quantidades exageradas provoca náusea. Por isso (e antes que vomite) vamos falar sobre o outro. Sim, há outro na minha vida. Não me digas que acreditavas mesmo que ainda eras o único? Também não interessa, tu não és mais o meu tema. Agora é a vez do outro.
O outro é ...
Não faço ideia do que ele seja na minha vida, mas quando souber juro que te digo!
O outro é ...
Não faço ideia do que ele seja na minha vida, mas quando souber juro que te digo!
terça-feira, 14 de junho de 2011
Pim pam pum, falhou mais um.
Tropecei em ti. Sim, foste uma pedra no meu caminho. Cheguei à conclusão que foste um entrave grande de mais no meu percursso. Fizeste-me cair e estagnar tempo de mais. Nem para trás nem para a frente, foram assim os meus dias contigo. Se lesses isto dirias a ti mesmo ''mas eu fiz-te tão feliz, não entendo...'', meu amor, cada um acredita naquilo que quer. Eu quando era pequena também jurava a pés juntos que o Pai Natal existia. Moral da história: acreditamos naquilo que nos fazem acreditar...
Pensando bem o Pai Natal não foi uma grande desilusão, esperei tempos em vão até compreender que o príncepe encantado era um mito. Conheci demasiadas amostras e cheguei à conclusão que não existe exemplar. Estranho não é? Nem por isso, acontece a todos. Uns admitem, outros omitem...
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Autorização para amar
Preencha a autorização riscando o que não for necessário:
Eu,autorizo/não autorizo o meu coração a amar a partir do dia de hoje.
http://www.youtube.com/watch?v=XQJZDHx2S9c
Eu,
O novo encarregado das emoções:
Cérebro
http://www.youtube.com/watch?v=XQJZDHx2S9c
domingo, 1 de maio de 2011
Cansaço
Não me peças um tempo, tempo é coisa que não tenho e isso é passatempo para os fracos. Sim, para os fracos como tu que não têm coragem de dizer estou farto de ti, dá-me espaço, desaparece por uns tempos e depois logo se vê. Não olhes para mim assim meu amor, sei bem o que significa estar cansado de alguém. E por incrivel que pareça cansa bem mais do que os meus Sábados de manhã no ginásio. A única semelhança é que ambas terminam de forma idêntica: uma corrida ao frigoríco pior do que a corrida aos saldos.
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